O vice-governador Otto Alencar (do PSD), um dos nomes que podem se impor como candidato ao governo do estado, no que pese a precipitação da Executiva petista ao indicar quatro nomes “pré-candidatos”, revela que, a princípio, “mirava o senado”. Observa-se que ele procura não criar conflito nem confrontos no agrupamento ao qual está integrado. Ser candidato ao Senado e ao governo do estado é a mesma coisa nas eleições de 2014, com funções absolutamente diferentes, assim como influência e poder. São duas eleições majoritárias. Como se sabe, o Senado representa a federação (são três representantes por estado) e a eleição para a composição da Casa é alternativa. Em uma eleição (a que reelegeu Wagner, por exemplo) eram duas as vagas, para onde foram eleitos Lídice da Mata e Walter Pinheiro. Já na próxima, há apenas uma vaga. Expira o mandato de João Durval Carneiro no final de 14. A eleição ao Senado fica, então, exatamente igual a de governador. Assim posto, é claro, claríssimo, que ser candidato a governador e a senador, a possibilidade para a eleição para um cargo ou o outro são exatamente iguais.O que mais vale, então? Eleger-se para o Legislativo (Senado) ou comandar o Executivo baiano? A resposta é fácil até para Pedro Bó. Não é, Terta?
domingo, 10 de março de 2013
O Senado e Otto
O vice-governador Otto Alencar (do PSD), um dos nomes que podem se impor como candidato ao governo do estado, no que pese a precipitação da Executiva petista ao indicar quatro nomes “pré-candidatos”, revela que, a princípio, “mirava o senado”. Observa-se que ele procura não criar conflito nem confrontos no agrupamento ao qual está integrado. Ser candidato ao Senado e ao governo do estado é a mesma coisa nas eleições de 2014, com funções absolutamente diferentes, assim como influência e poder. São duas eleições majoritárias. Como se sabe, o Senado representa a federação (são três representantes por estado) e a eleição para a composição da Casa é alternativa. Em uma eleição (a que reelegeu Wagner, por exemplo) eram duas as vagas, para onde foram eleitos Lídice da Mata e Walter Pinheiro. Já na próxima, há apenas uma vaga. Expira o mandato de João Durval Carneiro no final de 14. A eleição ao Senado fica, então, exatamente igual a de governador. Assim posto, é claro, claríssimo, que ser candidato a governador e a senador, a possibilidade para a eleição para um cargo ou o outro são exatamente iguais.O que mais vale, então? Eleger-se para o Legislativo (Senado) ou comandar o Executivo baiano? A resposta é fácil até para Pedro Bó. Não é, Terta?
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